sexta-feira, 13 de junho de 2008

CPMF COM CARA NOVA


Eles querem ressurreição.!!

Lembro-me quando minha mãe dizia, Menino ao vir de um velório troque de roupa pois não é bom permanecer com a mesma. Na lei de Moiseis mas especifico no livro de Levitico capitulo cinco nos informa que aquele que tocar em um corpo morto ficara imundo. Por que eles estão tocando em algo que já não faz parte de nosso dever? Querem aprovar a ressurreição da CPMF, agora com outro nome, mas igualmente afrontaste à paciência do povo brasileiro. Na verdade, o governo não tem intenção de melhorar a saúde, pois desviou a destinação da CPMF para outras finalidades. É notórias a intenção de reaver um mecanismo que permita fiscalizar o contribuinte com a Contribuição Social para Saúde (CSS). Devemos, agora, pressionar os senadores para que repitam a votação de 2007, quando a CPMF foi rejeitada. Vocês acham que ainda dá para confiar na Câmara dos Deputados depois dessa vergonhosa aprovação da nova CPMF, agora com a sigla de CSS? Eles só sabem Criar impostos, pedágios, taxas, ajudam a encobrir as maracutaias dos cartões corporativos, são envolvidos em desvios de dinheiro público, etc. Vamos acabar com estes tipos de corrupção. Não reeleja os que estiver envolvido em corrupção. O que surpreende é a falta de transparência e sinceridade nos argumentos manejados, pois as ações e serviços de saúde já contam com as contribuições específicas a isso destinadas e, também, com os recursos orçamentários da União para tal fim. Na verdade o argumento para a criação da CSS dissimula a verdadeira intenção de não obrigar a União a liberar para a saúde a sua participação orçamentária. Não há dúvida, pois, que a proposta de recriação da CPMF, sob nova denominação (CSS), nada tem a ver com aumento de despesa não prevista que exigisse a criação de tributo. Se tal pretensão política chegar a se concretizar teremos instaurado o total descontrole sobre a criação de tributos, deixando o contribuinte ao desamparo das garantias e dos limites ao poder de tributar, submetido ao desejo cada vez mais presente de resolver-se tudo com a criação de novos tributos.

Claudinei Modesto.

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